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terça-feira, 29 de outubro de 2013

"Máfia Independente" e "Garra Operariana" estão próximas de se tornarem parceiras

A torcida organizada do Sete de Dourados, Máfia Independente, adotou uma postura diferente da que tem sido utilizadas por outras organizadas de grandes clubes brasileiros. Segundo Érik Gonçalves de Oliveira, diretor da Máfia, o grupo vai se unir com a “Garra Operariana”, do Operário de Campo Grande, com o objetivo de inibir atos violentos em estádios durantes jogos realizados no Mato Grosso do Sul.
Em entrevista cedida à equipe de reportagem nesta terça-feira, Érik afirmou que a ação visa manter a ordem e a segurança dos torcedores que vão aos estádios, para evitar confusões como as que foram registradas recentemente no Estádio Morenão, na Capital, e no André Borges, em Coxim, ambas julgadas pelo Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul (TJD/MS).
“Somos da paz é isso que queremos para todos os jogos. Vamos conversar com a Garra Operariana para que essa parceria seja firmada. No próximo domingo eles virão a Dourados para acompanhar o jogo da Série B entre Operário e Ubiratan, e vamos aproveitar para recepcioná-los com um churrasco de confraternização; na ocasião vamos discutir essa união para que a rivalidade seja sadia e disputada apenas dentro de campo. Outro ponto importante é que com isso, também seremos bem recebidos quando formos a jogos em Campo Grande”, salientou.
Além da União com a torcida da Capital, a Máfia também se junta à outras organizadas do Sete, como a Super 7 e a Pavilhão 7. “A Máfia é a mais antiga e foi fundada em 2006, desde lá sempre temos apoiado os surgimento de novas torcidas que apoiam o Sete. O número de torcedores é pequeno e por isso, todas sempre andam juntas em caravanas para jogos, acompanhado o clube douradense. O clima é sempre amistoso e nunca foi registrado qualquer tipo de animosidade entre nós”, destacou.
Expectativas para 2014
Como bom torcedor, Érik acredita que o Sete desempenhará um bom papel no próximo Campeonato Estadual, porém, ele disse que entende as dificuldades do clube e vê a possibilidade de título distante. Apesar disso, destacou o empenho da diretoria em tentar montar um elenco composto por jogadores das categorias de base, já que o clube leva fama de grande revelador de talentos.
“Não vai ser fácil, pois sei que o time tem problemas financeiros, mas acredito que o Sete vá jogar com dignidade e muito amor à camisa, principalmente os garotos da base. Essa postura da diretoria é importante, pois dá chance aos jogadores mais jovens de contribuir com o clube e ganhar mais experiência. Temos tantas boas revelações que despontam em clubes de fora, então acho que já é hora de usá-los no Campeonato Estadual”, comentou.
Outro ponto destacado por Érik é o clássico douradense entre Sete e Ubiratan, que pode ocorrer na competição de 2014, mas para isso, o leão precisa ainda confirmar o acesso que está próximo. “Se o Ubiratan subir, será bom para o futebol da cidade que vai ganhar mais evidência e acirrar ainda mais a rivalidade. Acredito que eles vêm de uma boa Série B e estarão com uma time mais arrumado para o ano que vem, já que, acredito eu, a base será mantida. Mas independente disso, acredito que o Sete vai dar conta do recado nos clássicos”.

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